1º Encontro na Fábrica da Leitura

Publicado: junho 27, 2010 em Uncategorized

Ontem, dia 26/06/2010 o Projeto Descontínuo realizou seu primeiro encontro na Fábrica da Leitura. Os presentes embarcaram em uma espécie de vernissage nada convencional, primeiro porque os convidados não foram regados a  champagne acompanhado de canapés ; segundo, os críticos de artes não compareceram com suas Line of Business culturais. O clima introspectivo foi ampliado pela estrutura arquitetônica, à ausência da alvenaria contribuiu para a fluidez poética que já estava em harmonia com o ciclo da lua.

Os convidados apreciaram a leitura dos contos “Sagrado” e “7:45” e de uma poesia “Cotidiano esquecido” que foi interpretado pelo ator Ricardo Bagge. Entre os contos e o silêncio, a música folk experimental da banda Jeremias Kosaki reconstruía um frenesi atmosférico singular.

A arte gráfica também esteve presente no evento  e foi representada por Ricardo Bagge com sua exposição itinerante  “Riscos pelo Risco” e pela ilustração de Túlio Melo, que inovou na forma de expor ao criar uma “pasta interativa”.

Após uma suculenta colher de literatura e música folk, a primeira descontinuidade se findou com uma bela apresentação de Diego Max e suas ambientações sonoras produzida e orquestradas no projeto Out Track. Com todo vigor “do it yourself”, suas bricolagens encantaram e corroeram as simplistas estruturas musicas contemporâneas.

Esse primeiro encontro abre uma série de apresentações que o Projeto Descontínuo irá realizar na cidade de Assis-SP e região

by Sanabria


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Fotos (by Juh Bass)

Ontem, dia 26/06/2010 o Projeto Descontínuo realizou seu primeiro encontro na Fábrica da Leitura. Os presentes embarcaram em uma espécie de vernissage nada convencional, primeiro porque os convidados não foram regados a champagne acompanhado de canapés; segundo, os críticos de artes não compareceram com suas Line of Business culturais. O clima introspectivo foi ampliado pela estrutura arquitetônica, à ausência da alvenaria contribuiu para a fluidez poética que já estava em harmonia com o ciclo da lua.

Os convidados apreciaram a leitura de dois contos (“Sagrado” e “7:45”), que foi interpretado pelo ator Ricardo Bagge. Entre os contos e o silêncio, a música folk experimental da banda Jeremias Kosaki reconstruía um frenesi atmosférico singular.

Após uma suculenta colher de literatura e música folk, a primeira descontinuidade se findou com uma bela apresentação de Diego Max e suas ambientações sonoras produzida e orquestradas no projeto Out Track. Com todo vigor “do it yourself”, suas bricolagens encantaram e corroeram as simplistas estruturas musicas contemporâneas.

Esse primeiro encontro abre uma série de apresentações que o Projeto Descontínuo irá realizar na cidade de Assis-SP e região

É comum durante uma vernissage servir-se um coquetel aos convidados, regado a champagne acompanhado de canapés, por exemplo, enquanto artistas e outros convidados como críticos e jornalistas (que podem ser convidados ou participar de uma exibição em separado) arrazoam sobre as obras expostas.

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